Humanismo x Intolerância

Já pensou sobre humanismo? E sobre sua relação com a intolerância? A Anayá, Nathália e Rafaela Capitão pensaram e olha só o que elas tem a dizer:

 

Em todas as pesquisas que você realizar referente à intolerância, os resultados corresponderão a ódio, aversão ou repulsa a algo ou a alguém. Porém, não é necessário acessar o Gloogle ou ler livros para compreender o significado desta palavra. Basta olhar ao redor. Buzinas estridentes no trânsito, acompanhadas de gritos e xingamentos. Nas redes sociais, ofensas a negros, gordos, magros, loiras, a qualquer ser humano que seja estigmatizado, fora dos padrões sociais. Não é de hoje que são agredidas e oprimidas as pessoas que assumem sua própria identidade e que se permitem se libertar de estigmas.

Causas da Primeira e Segunda Guerra Mundial? Intolerância. Discriminação? Intolerância. Brigas e discussões que, na maioria das vezes, acabam em inimizades e homicídios? Intolerância.

Propagamos guerras cotidianamente por pura falta de respeito, paciência e compreensão. Disseminamos ódio quando, na verdade, deveríamos estar proporcionando amor. E é quando falamos em amor, que pensamos no humanismo, na humanidade, em quem nós somos, e como deveríamos pensar perante o comportamento do próximo.

O humanismo coloca o homem no centro do mundo. Na antropologia, estudamos quem somos. Porém, não é preciso ser filósofo ou sociólogo para entender o significado de humanismo. Não é preciso ganhar o Prêmio Nobel da Paz para pregar a paz. Devemos apenas ser cidadãos pensantes.

Como a orientação sexual de alguém pode tornar a pessoa um ser inferior ou superior perante o outro? Como a cor da pele de um ser humano pode determinar seu caráter e personalidade? Como podemos brigar impondo nossas “verdades absolutas”, quando nem os maiores estudiosos dos séculos passados conseguiram chagar à razão concreta de todos os fatos?

Nós somos humanos, então, por que não nos comportamos como um? Atos desumanos geram guerra, ódio, destruição, rancor. Para quê pregar o mal quando temos a opção de pregar o bem?

No filme Wonder Woman – Mulher Maravilha, em português – a protagonista finaliza a trama declarando: “Talvez a humanidade não mereça o meu poder. Mas minhas atitudes não são baseadas no que eles fazem, mas sim, no que eu acredito. E eu acredito no amor. Não há pessoas boas e pessoas más. Cada um de nós possuímos o nosso lado positivo e o negativo. Basta decidirmos qual desejamos ser.”

Opte pelo seu melhor lado. Faça jus à palavra “humanidade”. Se cada um fizer a sua parte chegaremos ao objetivo final: viveremos mando aos outros. Seja moralmente HUMANO e faça deste mundo, um mundo mais justo e tolerante.